Agosto registra menor taxa do cartão de crédito

O Banco Central divulgou na última quarta-feira (29) que a as taxas das principais linhas de crédito estavam mais baixas.

O destaque desta baixa ficou a cargo do rotativo do cartão de crédito, em relação aos meses anteriores, tanto na modalidade em que o consumidor paga pelo menos o mínimo da fatura, no sistema regular, como naquela em que não há abatimento nenhum do saldo devedor, no não regular.

Essa queda se deu após determinação do Conselho Monetário Nacional no mês de abril sobre o rotativo no sistema não regular, em que o usuário não paga a parcela mínima da dívida que é, então, renegociada em parcelas e juros prefixados.

Pela nova regra, não deve haver mais distinção entre os juros do rotativo regular e os do não regular, sendo que a base de unificação deve ser pelo mais baixo, o do regular. O que pode trazer algum alívio para o boldo de quem já não vinha tendo condições de abater regularmente a sua dívida.

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Agosto registra menor taxa do cartão de crédito
Agosto registra menor taxa do cartão de crédito (imagem: reprodução/internet)

As taxas do cheque especial também caíram no mês de agosto em relação ao início do ano, mas mantiveram-se praticamente nos mesmo níveis de julho.

Também houve mudança nas normas do cheque especial que passaram a valer em 1º de julho, por uma regulamentação feito pelos próprios bancos.

Toda vez que o cliente ultrapassar 15% do limite de sua conta, a instituição financeira terá de oferecer uma nova linha de financiamento com juros mais baixos, além de emitir avisos, alertando os riscos de endividamento ao permanecer com a conta estourada por muito tempo.

Ainda que estejam reduzindo o custo, essas duas linhas de crédito devem ser evitadas ao máximo e procuradas em último caso. Até porque há outras opções mais baratas, como o crédito pessoal que está cobrando juros entre 4,25% a 5,71% ao mês, em agosto. O crédito consignado parece imbatível, mas tem normas específicas para a concessão.

Prós e contras do consignado

Os bancos concedem o consignado a empregados do setor privado com carteira assinada, funcionário público e aposentados e pensionistas da Previdência Social, que recebem seus rendimentos por meio de folha de pagamento, com crédito em conta corrente.

Dessa forma, o desconto das parcelas é feito diretamente do salário ou dos benefícios de quem levantou o empréstimo. E sem o risco de calote, as condições do crédito são mais maleáveis, com taxas mais baixas.

É verdade que essa linha é uma das mais baratas do mercado, mas nem por isso, os seus efeitos deixam de ser perversos ao consumidor.

Embora a prestação tende a ser mais baixa e a se encaixar no orçamento do aposentado ou assalariado, a renda estará comprometida pelo tempo que durar o empréstimo. Mais que isso, por oferecer prazos mais longos, o consumidor tende a pagar o dobro ou mais do valor inicial do empréstimo.

Por isso, é preciso sempre fazer as contas para saber quanto emprestar e em que condições.

De todo modo, há vantagens em levantar um consignado em vez de entrar no cheque especial ou no rotativo do cartão de crédito. E quem já está endividado no cheque especial, que tem taxas entre 11% e 12% ao mês, ou no rotativo do cartão de crédito, com juros entre 8% e 11,5% ao mês, deve levantar um dinheiro pelo consignado, em que as taxas chegam no máximo a 3% ao mês para liquidar o saldo devedor. Essa troca de dívida compensa.

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