Após decreto, governadores rejeitam a ideia de abrir salões e academias
Governadores de vários estados se posicionaram contra o novo decreto que inclui salões de beleza e academias como atividades essenciais. Confira a matéria.
Por: Anderson Gomes / 12 de Maio de 2020 às 15:22:04

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Ontem, segunda-feira (11), o Presidente Bolsonaro assinou um novo decreto, que passou a incluir salões, academias e outras atividades na ‘lista’ de essenciais. Porém, essas inclusões não agradaram alguns governantes, que se posicionaram contra.

Visto que, por meio das redes sociais, o Presidente deu a sua opinião sobre a situação, “Alguns governadores se manifestaram publicamente que não cumprirão nosso Decreto n°10.344/2020, que inclui no rol de atividades essenciais as academias, as barbearias e os salões de beleza”, disse Bolsonaro.

Em outra fala, “Os governadores que não concordam com o Decreto podem ajuizar ações na justiça ou, via congressista, entra com Projeto de Decreto Legislativo”, completou.

Da mesma forma, Bolsonaro ressalta “Nossa intenção é atender milhões de profissionais, a maioria humildes, que desejam voltar ao trabalho e levar saúde e renda à população”.

O Ministro da Saúde, Nelson Teich, foi surpreendido ao saber do novo decreto
O novo Ministro da Saúde, Nelson Teich, em entrevista confessa não saber da existência do novo decreto – foto: reprodução

Além disso, o novo Ministro da Saúde, Nelson Teich, demonstrou estar surpreso com as novas medidas tomadas pelo presidente.



Em entrevista dada, Teich visivelmente não sabia que o decreto havia sido aprovado ontem e demonstrou surpresa ao ser questionado.

Bem como, não arcou com a responsabilidade deste e atribuiu a aprovação dele ao Ministério da Economia.

Sobe novamente o número de casos de coronavírus no Brasil

Enquanto isso, até o momento, já são 168.331 casos confirmados da doença no país e 11.519 mortes relacionadas a COVID-19. O que mudou a rotina de milhares de brasileiros.

O vírus que começou tendo como epicentro Wuhan, na China, já contaminou mais de 4 milhões de pessoas ao redor do mundo e provocou a morte de 286 mil pessoas.

Até o momento, nenhuma vacina foi oficializada e não existe remédio oficial para o tratamento do coronavírus.

Bem como, a prevenção segue sendo a medida mais eficiente contra a disseminação do vírus, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).

Assista um trecho da entrevista com o Ministro da Saúde Nelson Teich (fonte: Poder360)

Postado por: Anderson Gomes
Sou redator e professor de Física, curto uma boa música, games e, acima de tudo, estar com minha família.

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