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Por: Redação A Folha Hoje / há 1 ano

Bolsonaro se reuniu com o líder do governo da Câmara

Bolsonaro se reuniu com o líder do governo da Câmara (Foto: internet)

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Após a sua viagem ao Chile, o presidente Bolsonaro recebeu o Deputado Vitor Hugo, que é líder do governo na Câmara. O encontro foi realizado neste último domingo (24) na própria residência oficial do Chefe de Estado, no Palácio da Alvorada.

Ao ser questionado quanto ao teor da reunião, o Deputadodeclarou que o encontro foi para debater as futuras articulações políticas. Ointuito de ambos é alcançar a aprovação da reforma da Previdência que já foi apresentadaao Congresso Nacional pelo presidente.

Visita do líder daCâmara

Após retornar da sua viagem presidencial ao Chile, opresidente Jair Bolsonaro recebeu neste último domingo (24) o deputado MajorVitor Hugo – líder do governo na Câmara – no Palácio da Alvorada.

Durante o encontro, foi discutida a formação de uma articulação política para que ocorra a aprovação da reforma da Previdência, atualmente representa um dos principais projetos do governo. Isso porque o projeto que já foi enviado para a Câmara irá começar a ser tramitado pela CCJ.

Segundo o Major, a articulação consiste em estratégias de como obter mais votos de aprovação na CCJ durante o período de aprovação deste projeto. O pleito está previsto para essa próxima semana.

Bolsonaro se reuniu com o líder do governo da Câmara (Foto: internet)

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Relaçãode Bolsonaro e Maia

Ao ser questionado quando a relação de Bolsonaro com odeputado Rodrigo Maia, Vitor Hugo declarou que acredite que o clima irá esfriarnos próximos dias. Lembrando que o Chefe de Estado e Maia tiveram um desgastepúblico nos últimos dias.

Tudo aconteceu depois que o presidente da Câmara declarou a sua insatisfação com a falta de envolvimento e articulação do governo nas negociações para a aprovação da reforma da Previdência. Na ocasião, Maia afirmou que o Palácio do Planalto não pode fazer a terceirização das articulações.

Como resposta às críticas, Bolsonaro declarou em entrevistas no Chile que não irá negociar da mesma forma que os governos anteriores, fazendo uma clara referência ao que ele denomina de “toma lá dá cá”, que nada mais é do que a troca de cargos pelo apoio a proposta.

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