11 de Dezembro de 2018, atualizado ás 19:12

Cerco se fecha: Ex-assessor de filho de Bolsonaro, que teria movimentado mais de R$1,2 milhão tem casa humilde no Rio



Por: Redação A Folha Hoje | Notícias

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O ex-assessor de Flávio Bolsonaro, apontado pelo relatório do Coaf como responsável por ter movimentado R$1,2 milhão em sua conta, mora em uma casa pobre, na zona oeste do Rio. Algo incoerente, se ele fosse o verdadeiro dono do dinheiro.

Cerco se fecha: Ex-assessor de filho de Bolsonaro, que teria movimentado mais de R$1,2 milhão tem casa humilde no Rio

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A casa do ex-assessor

Segundo pesquisas realizadas pelo jornal O Globo, o ex-assessor do Deputado Estadual Flávio Bolsonaro (PSL) reside em uma casa pobre na zona oeste, localizada no Rio de Janeiro.

A casa sem pintura externa vai de encontro com o relatório elaborado pelo Coaf e com as alegações do clã Bolsonaro ao dizer que a quantia de R$1,2 milhão, que foi movimentada de maneira atípica, seria do próprio ex-assessor.

Caso o dinheiro fosse dele, o mesmo não iria residir em uma casa sem pintura externa, em um conjunto habitacional com mais de 70 residências. Nela, foram encontrados adesivos rasgados com as fotos do presidente eleito Jair Bolsonaro ao lado do filho, Flávio Bolsonaro.

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O relatório do Coaf

Segundo o Coaf, o ex-assessor de Flávio Bolsonaro, teria recebido inúmeros repasses de 8 funcionários e ex-funcionários do Deputado Estadual. O documento foi anexado aos da Operação Furna da Onça, que já prendeu deputados do Rio com suspeita de corrupção.

Somado ao relatório do Coaf, o Ministério Público também foi acionado no caso e abriu investigação para verificar as suspeitas de irregularidades de alguns servidores da  Assembleia Legislativa do estado do Rio de Janeiro.

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Incompatibilidades no patrimônio

A suspeita de irregularidade do Coaf também teve como base as incompatibilidades existentes entre o patrimônio, a renda econômica e a ocupação do ex-assessor, Fabrício José Carlos de Queiroz. Até então, o funcionário tinha um salário de R$8.517 e não teria como movimentar a quantia apurada.

Dentre as transações indicadas no relatório, destaca-se um cheque com a quantia de R$24 mil que foi destinado a Michelle Bolsonaro, esposa de Jair Bolsonaro,. Segundo declarações do presidente eleito, ele teria sido feito como pagamento de dívida.

Porém, essa é outra irregularidade que está sendo investigada pelo Comitê.


Redação A Folha Hoje

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