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Como o mercado de Bitcoin no Brasil pode alavancar?

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A XP, uma das mais renomadas corretoras independentes de Bitcoin do país, resolveu entrar para o mercado de criptomoedas, por intermédio de uma operação autônoma chamada XDEX, que ainda irá ser lançada.

Este novo negócio visa a comercialização das criptomoedas Bitcoin e Ethereum.

Como o mercado de Bitcoin no Brasil pode alavancar (imagem: reprodução/internet
Como o mercado de Bitcoin no Brasil pode alavancar (imagem: reprodução/internet

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O que é Bitcoin?

A Bitcoin é uma moeda monetária, assim como o real, mas não é algo que se pode ter no bolso fisicamente. Ela não existe no mundo físico, apenas no mundo virtual.

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Tem sido cada vez mais popular entre os investidores por conta do seu valor dentro do mercado. Outro ponto popular, é que ela é uma moeda que não é emitida pelo Banco Central, sendo assim não possui seu controle.

Corretora XP entrando para o mercado em ascensão

O novo negócio pensado pela XP é voltado para os consumidores finais, permitindo a compra e venda das criptomoedas com maior popularidade tais como, Ethereum e Bitcoin.

Guilherme Benchimol, presidente da empresa, recentemente anunciou essa novidade e demonstra que a sua empresa não tem alternativa a não ser entrar para os novos negócios.

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Segundo o presidente da empresa “É um tema que, confesso eu, era melhor que não existisse, mas ele existe. Nós nos sentimos obrigados a começar a avançar nesse mercado”.

Bitcoin no Brasil

Guilherme Benchimol ainda divulgou alguns números e neste momento há 3 milhões de investidores brasileiros em Bitcoin, sendo um número bem maior do que os 600 mil que investem em ações no país.

É importante lembrar que com a entrada da XP neste mercado, as criptomoedas podem alavancar. Pois, a empresa é responsável por aumentar o número de investidores em ações no Brasil.

O número de venda e compra de Bitcoin e a sua cotação caíram, por isso, lançar um banco que permita essa movimentação é um alivio para este momento crítico das criptomoedas.

O CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) instaurou um inquérito administrativo, para investigar seis bancos para verificar se eles prejudicaram as corretoras de criptomoedas.

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