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Por: Raquel Luciano / há 1 semana

Coronavírus pode derrubar WhatsApp, Messenger e Instagram

Apesar das redes sociais passarem por todo um processo de aprimoramento, esse aumento de acesso aconteceu de um dia para o outro, prejudicando as redes sociais.

Coronavírus pode fazer mais vítimas, mas desta vez serão os aplicativos WhatsApp, Messenger e Instagram que podem sair do ar.

Tudo porque, segundo comunicado das empresas, com a quarentena em diversos países que mais usam os três aplicativo, houve um aumento de 50% no número de acessos.

Outro crescimento é com o número de vídeo chamadas no WhatsApp, Messenger, pois como as famílias não podem estarem juntas, essa é a forma encontrada para manter a comunicação.

Somente na Itália houve um crescimento de 1.000% durante o último mês no uso dos aplicativos.

Por isso, pode ocorrer uma sobrecarga no sistema dificultando o acesso dos usuários.

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Apesar do crescimento de acesso, WhatsApp, Messenger e Instagram perderam dinheiro

Coronavírus pode derrubar WhatsApp, Messenger e Instagram – Foto: Pixabay

Mas, indo na contra mão do que muitas pessoas possam achar, os aplicativos de redes sociais não tiveram crescimento da receita.

O principal problema é que a maior parte do pico de acessos é justamente em ferramentas que não geram dinheiro para a companhia.

Além disso, a receita com anúncios tem caído, principalmente em países que adotaram medidas mais agressivas para conter a disseminação do vírus.

Apesar das redes sociais passarem por todo um processo de aprimoramento, o Facebook, que detêm todas as outras marcas disse que esse aumento de acesso aconteceu de um dia para o outro.

Assim, como foi difícil criar novas alternativas para o grande número de pessoas nas plataformas, é bem capaz que ocorra uma sobrecarga.

Ou seja, a companhia diz que o crescimento do uso de seus aplicativos provocado pelo coronavírus é sem precedentes e que ele tem aumentado a cada dia.

Além disso, o Facebook também está tendo que trabalhar com equipe reduzida.

Isso porque grande parte dos seus 45 mil funcionários estão trabalhando em casa, justamente por conta do coronavírus e período de quarentena que os EUA, sede da empresa, está passando.

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