29 de Dezembro de 2018, atualizado ás 13:12

“Deus está de volta ao Brasil” diz futuro ministro de Bolsonaro sobre novo governo



Por: Redação A Folha Hoje | Notícias

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Ernesto Araújo, futuro ministro das Relações Exteriores, afirma em um artigo de revista americana que “Deus está de volta ao Brasil” ao ser perguntado sobre o novo governo de Bolsonaro.

“Deus está de volta ao Brasil” diz futuro ministro de Bolsonaro sobre novo governo

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“Deus está de volta” ao Brasil

Ernesto Araújo, futuro ministro das Relações Exteriores do Brasil, escreveu uma matéria para a revista americana The New Criterion, onde afirma que “Deus está de volta” ao Brasil referindo-se a posse de Bolsonaro neste dia 01.

Segundo ele, a ausência de um presidente que expressasse sua fé, foi uma das principais causas do país nos últimos anos. ‘Ao longo dos últimos anos o Brasil se tornou uma fossa de corrupção e aflição. O fato de que as pessoas não falavam sobre Deus e não traziam a sua fé para a praça pública certamente era parte do problema’ afirma.

O futuro ministro também declarou que seus opositores o chamaram de “louco” por que ele acreditava em Deus. Mas, declara, que nunca se importou com isso e está otimista de que Deus está de volta ao Brasil e o nacionalismo é o veículo da fé.

“Deus está de volta ao Brasil” diz futuro ministro de Bolsonaro sobre novo governo

Crítica aos demais partidos

De acordo com o futuro ministro, os partidos políticos do MDB, PSDB e PT agiram de maneira coordenada desde que ocorreu a redemocratização do país. No entanto, foi depois da era Lula e Dilma que foi instalado o marxismo cultural no país e a corrupção do governo.

Para Araújo, o MDB se tornou um partido júnior dentro da coalizão do PT, que por sua vez teria tomado o controle dos diversos níveis da burocracia e da economia.

Ainda segundo o futuro ministro, foi o Partido dos Trabalhadores que criou o mecanismo de crime e corrupção, que só foi quebrado com a Operação Lava Jato e a eleição de Jair Bolsonaro.

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 Crítica ao Barack Obama

Durante o seu artigo, o ministro ainda faz duras críticas a Fernando Haddad chamando-o de “candidato marxista”, assim como o ex-presidente Lula e o ex-presidente americano Barack Obama que defendiam o sistema socialista.

Também afirma que o regime político de 1964 vivenciado no Brasil, é denominado de maneira errada de regime militar ou pior ditadura militar. O ministro está otimista de que o país está iniciando um período de renascimento espiritual e político.


Redação A Folha Hoje

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