Nesta segunda-feira (4), a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou a existência de dois casos de uma nova cepa do coronavírus, inicialmente descoberta na Inglaterra. De acordo com pesquisadores do Governo britânico, a nova variante inglesa tem capacidade de transmissão superior —  70% a mais do que a habitual.

A Secretaria revela que uma das pessoas infectadas com a nova variante inglesa é uma mulher de 25 anos, moradora da cidade de São Paulo, que contraiu o vírus após ter tido contato com viajantes que estiveram em solo britânico. De acordo com seus relatos, ela apresentou sintomas no dia 20 de dezembro, sentindo dores de cabeça, dor de garganta, tosse, mal estar e perda de apetite.


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O segundo caso é de um homem de 34 anos que ainda está tendo seu histórico examinado pela equipe de vigilância epidemiológica. A equipe espera descobrir como ele foi contaminado, bem como todos os sintomas apresentados.

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Por ora, ainda não há detalhes profundo sobre a situação de ambos. Os casos estão em andamento. Está é a primeira vez que a variante inglesa do coronavírus é encontrada no Brasil. Anteriormente, outros dois casos foram descartados pelo Governo do Estado.

Reino Unido descobre nova variante do coronavírus e Boris Johnson endurece restrições

Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo confirma dois casos da nova variante inglesa do coronavírus - foto: reprodução
Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo confirma dois casos da nova variante inglesa do coronavírus – foto: reprodução

Foi na terceira semana de dezembro do ano passado, dia 14, quando o mundo foi informado pelo ministro da Saúde britânico, Matt Hancock, da existência de uma nova variante da COVID-19. “Uma nova variante do coronavírus, que pode estar associada com a propagação mais rápida no sudeste da Inglaterra“, declarou.

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Pelo menos mil casos dessa nova variante foram confirmados no país. De imediato, a Organização Mundial da Saúde (OMS) foi notificada sobre a situação do Reino Unido. Por outro lado, também foi declaro que não há evidências de que a mutação do patógeno seja mais prejudicial a saúde do que a anterior, sendo considerado “muito improvável“.

Ao mesmo tempo, temendo um novo lockdown, o ministro-britânico Boris Johnson determinou restrições de circulação durante o Natal em Londres, capital da Inglaterra e do Reino Unido. De acordo com o Governo britânico, 62% dos novos casos correspondem a nova variante da COVID-19.

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