A rede de apoiadores do governo de Jair Bolsonaro é composta por diversos empresários. No entanto, nesta sexta-feira (24/04), o pedido de demissão de Sérgio Moro pegou todos de surpresa e deixou muitos desiludidos com o governo.

O proprietário da rede de lojas Havan, Luciano Hang, em entrevista à revista VEJA, expôs sua preocupação com a mudança. Segundo Hang: “O Moro era uma das pérolas do governo. Eu sempre o apoiei, por tudo que ele fez pelo Brasil. Ele é um herói vivo”. “É uma grande perda para o governo Bolsonaro.”


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Todavia, o Empresário ainda revelou sua preocupação com o Ministro Paulo Guedes, no governo de Bolsonaro. Visto que, para ele, o ministro está ficando em escanteio devido as recentes  intervenções do Ministro da Casa Civil, Braga Netto.

Portanto, declara Luciano Hang: “O ministro Paulo Guedes faz um bom trabalho. Eu acredito que, neste momento em que estamos vivendo, nós temos que ter a capacidade de reduzir a máquina pública e acreditar no setor privado…”

Mais sobre as preocupações quanto ao Governo de Bolsonaro

Empresários reavaliam apoio ao Governo de Bolsonaro
Empresários reavaliam apoio ao Governo de Bolsonaro – Foto: Valor Investe

De acordo com os empresários, foi um susto a notícia de demissão de Sérgio Moro. Isso, sem contar a angústia em ver o Ministro da economia perder força à frente da sua pasta. “Esperamos não ter uma nova perda do tamanho da do ministro Sergio Moro, que é um herói vivo da nação brasileira”, declarou Hang.

“O ministro Paulo Guedes e o Sergio Moro são o que sustentam o apoio do empresariado ao governo. Esperamos que o Paulo Guedes se mantenha no cargo”, continuou o proprietário da rede Havan.

Por outro lado, José Apolinário, presidente da rede Polishop, considera que é precipitado avaliar o impacto que a saída de Sérgio Moro irá causar, tanto na economia como na popularidade do Governo de Jair Bolsonaro.

Por fim, declara: “A princípio, não é bom perdermos mais um ministro. Acabamos de ter a saída do Luiz Henrique Mandetta [do Ministério da Saúde]. Mas é normal, faz parte da democracia”, afirmou. “Mas o problema maior do momento é o que estamos vivendo na saúde pública. Isso é ruim…”.

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