Estado de saúde de Bolsonaro piora e alta é adiada




O presidente Jair Bolsonaro, internado no hospital Albert Einstein, não irá receber alta como previsto. Devido a piora no seu estado de saúde e a ocorrência de complicações pós-cirúrgicas, o Chefe de Estado pode permanecer na instituição até os próximos 7 dias.

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Complicações pós-cirúrgicas de Bolsonaro

De acordo com Otávio do Rêgo, porta-voz da Presidência, o presidente Bolsonaro sofreu uma série de complicações pós-cirúrgicas. Além de apresentar febre alta, ainda foi diagnosticado o acúmulo de líquido na região do intestino do Chefe de Estado.

Devido a isso, Bolsonaro terá que permanecer internado até os próximos 7 dias. A princípio, a previsão era que ele voltasse a sua rotina no Palácio do Planalto desta quarta-feira.

No entanto, como o presidente encontra-se internado na terapia semi-intensiva do Einstein não será possível seguir o programado. Agora, Bolsonaro irá receber doses de antibióticos ao longo dos próximos 7 dias como tentativa de evitar infecções.

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 Possibilidade de nova cirurgia

Ainda segundo o porta-voz do Palácio do Planalto, não foi descartada a possibilidade de uma nova cirurgia. Ele ainda afirmou que não há possibilidade de afastamento do do cargo, porém a decisão iria depender da orientação médica.

Ele ainda ressaltou que amanhã (06/02) não será a data prevista para a alta do presidente. Agora, estima-se que a saída do presidente do hospital ocorra dentro desses 7 dias, que é o tempo que o antibiótico irá agir e evitar a evolução do quadro de infecção.

O Planalto tentou minimizar ao máximo a surpresa e especulações quanto ao estado de saúde de Bolsonaro. Tanto, que Rêgo Barros chegou a declarar que esse tipo de intercorrência com a previsão de alta são completamente normais para uma pessoa que precisou se submeter a três cirurgias em menos de quatro meses.

O porta-voz terminou a coletiva de imprensa afirmando que o estado de saúde do presidente está dentro do que era esperado. Ressaltou ainda que esse tipo de intercorrência é comum nos pacientes que se submetem a esse tipo de procedimento cirúrgico.

Agora, será preciso aguardar a evolução de Bolsonaro para que sejam tomadas medidas para reabilitar a saúde do mesmo.

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