18 de Dezembro de 2018, atualizado ás 14:12

Ex-assessor de Flávio Bolsonaro irá dar depoimento no Ministério Público – RJ



Por: Redação A Folha Hoje | Notícias

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O ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, irá fazer uma declaração sobre as acusações de movimentação atípica de contas que foi revelada pelo relatório do Coaf. Segundo o documento, o ex-assessor seria o responsável por transferir mais de R$1,2 milhão para a conta do Deputado Estadual.

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Investigações do relatório do Coaf

O Ministério Público – RJ, deu andamento em 22 procedimentos de investigação após a análise do relatório do Coaf. Com base nele, foram identificadas movimentações atípicas nas contas de cerca de 20 assessores dos Deputados da Alerj.

Dentre os investigados, está o ex-assessor do Senador eleito Flávio Bolsonaro. Ainda segundo o Coaf, foi identificada uma movimentação de aproximadamente R$1,2 milhão entre 2016 e 2017 na conta do ex-assessor.

Além disso, ele ainda teria repassado um cheque com valor equivalente a R$24 mil para Michelle Bolsonaro, esposa do presidente eleito Jair Bolsonaro, que declarou que se tratava apenas de um pagamento de dívida.

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Primeira aparição de Queiroz e Flávio Bolsonaro

A primeira aparição pública do ex-assessor e do Senador eleito Flávio Bolsonaro ocorreu nesta última segunda-feira, 17. Desde a revelação do conteúdo do relatório do Coaf, ambos estavam evitando a imprensa.

Segundo Eduardo Gussem, procurador-geral de Justiça, as investigações que foram iniciadas têm como principal objetivo apurar a participação dos parlamentares nas movimentações atípicas nas contas.

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Julgamento do caso

O Grupo de Atribuição Originária Criminal do Ministério Público e o procurador-geral de Justiça, são os responsáveis pelas apurações sobre o caso. Por se tratar de um possível crime político, os julgamentos serão realizados de acordo com a prerrogativa de cada um dos parlamentares envolvidos.

Assim, como Flávio Bolsonaro é senador eleito para 2019 e tem uma vaga no Congresso Nacional, as investigações e julgamentos serão conduzidos pelos promotores de Justiça. Isso porque, o político ainda não possui foro privilegiado.

Por outro lado, o possível crime de improbidade administrativa vai ser analisado pela suprocuradoria-geral de Justiça de Assuntos Cíveis e Institucionais. A assessoria do deputado não emitiu nenhuma declaração sobre o depoimento e Queiroz não foi localizado.


Redação A Folha Hoje

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