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Rendimento do FGTS empata com CDB e Tesouro Selic

O resultado foge do habitual, visto que o FGTS é conhecido por remunerar pouco e mal recompor as perdas do dinheiro aplicado com a inflação

FGTS. Imagem: Divulgação.

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) vive há um ano uma situação bastante atípica: começou a ter um dos melhores retornos quando comparado a outras opções da renda fixa, como a poupança, o Tesouro Selic e os CDBs mais básicos. 

O resultado foge do habitual, visto que o FGTS é conhecido por remunerar pouco e mal recompor as perdas do dinheiro aplicado com a inflação.

O fato é explicao porque, enquanto o FGTS tem uma remuneração fixa, de 3% ao ano, as outras aplicações seguem a taxa básica de juros do país, a Selic, que, em 2020, no auge da crise econômica gerada pela pandemia, chegou a ser derrubada a apenas 2% ao ano, o menor valor de sua história. 

Atualmente a Selic voltou a subir, pois, desde fevereiro, o Banco Central já aumentou a Selic dos 2% para 3,5%, na revisão mais recente, o que significa que a taxa básica já voltou a ser maior que a remuneração do FGTS -e a expectativa é que esses juros continuem subindo nos próximos meses.