Neste domingo (28), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou em seu portal, que foi lançado um abaixo-assinado pedindo gratuidade na distribuição da vacina contra o coronavírus para a população.

Além disso, o documento já conta com assinaturas de 105 ‘personalidades globais’, entre eles, ex-chefes de estado, ganhadores de prêmios Nobel, empresários, ativistas e líderes religiosos.


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O abaixo assinado está disponível em vaccinecommongood.org, bem como, traz uma lista de todos que estão apoiando essa iniciativa.

No Twitter, Lula compartilha o feito: ‘direito de todos, não uma mercadoria’

Nas redes sociais, vários seguidores do ex-presidente demonstraram apoio sobre o pedido da distribuição da vacina gratuita contra COVID-19. Confira abaixo o Twitter feito por Lula.

O ex-presidente esteve no governo entre os anos de 2003 e 2011. Em 2018, Lula ficou impedido de participar das eleições pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em 2018, a decisão do TSE se manteve ao longo do período eleitoral, impedindo o ex-presidente, que havia registrado a sua candidatura pelo PT em 15 de agosto, de se manifestar como candidato em campanhas eleitorais.

Entenda resumidamente como foi a prisão do ex-presidente

Ex-presidente Lula assina em abaixo-assinado para pedir vacina contra COVID-19 de graça para a população - foto: reprodução
Ex-presidente Lula assina em abaixo-assinado para pedir vacina contra COVID-19 de graça para a população – foto: reprodução

A prisão de Luiz Inácio Lula da Silva (Lula) aconteceu em 7 de abril de 2018, sendo confirmada após o ex-presidente se entregar a Polícia Federal (PF), nos perímetros do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, em São Paulo.

De lá, o ex-presidente seguiu para a cidade de Curitiba, onde cumpriu pena por 580 dias no Prédio da Superintendência Regional da Polícia Federal, no estado do Paraná.

Sobre os motivos da prisão, Lula foi condenado em segunda instância, no caso do Triplex em Guarujá (São Paulo), datado do dia 24 de janeiro de 2018. No caso, a pena foi aumentada para 12 anos e 1 mês, pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção.

Sobre a soltura do ex-presidente, aconteceu em 8 de novembro de 2019, e foi determinada pelo Juiz Danilo Pereira Júior, da 12ª Vara Federal de Curitiba, 1 dia após o STF considerar a prisão em segunda instância inconstitucional.

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