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BiblioSesc promove o incentivo à leitura para jovens de escola pública

São mais de três mil obras entre livros, revistas e jornais, além rodas de conversa e contação de história.

O conhecimento transforma vidas e é através do estímulo à leitura que a unidade móvel do BiblioSesc percorre a capital e os municípios do interior sergipano. São mais de três mil obras entre livros, revistas e jornais, além rodas de conversa e contação de história.

“O Sesc (Serviço Social do Comércio), com essa preocupação, criou também essa biblioteca para que pudesse também estar ampliando ainda mais o conhecimento nas comunidades onde as crianças e as pessoas não tivesse oportunidade de ir a uma biblioteca. Então o BiblioSesc leva esse conhecimento da informação, do desenvolvimento até essas comunidades”, explicou Rosângela da Cruz, técnica do BiblioSesc.

A unidade itinerante esteve no Colégio Atheneu Sergipense, onde os alunos puderam fazer o empréstimo de publicações gratuitamente. “Esse projeto pode ajudar, principalmente, as pessoas que não têm condições de ter o acesso à leitura e que possa ajudar no futuro para que possa prestar concursos, vestibulares e que possa ser protagonista da vida dela”, destacou o estudante Rafael Souza Gama.

Os jovens conheceram mais sobre a escritora brasileira Lygia Fagundes Telles, que faleceu no início de abril. Ela escrevia sobre temas universais como amor, morte, medo e fantasia.

Para a jovem Stella Maria Carvalho dos Santos, todo livro é importante, independente do gênero. “Você pode ler tanto uma revista em quadrinho como um livro clássico e isso é muito importante para o nosso dia a dia”, disse.

A estudante do Letícia Gabriella, do 2º ano do Ensino Médio, revelou que autoajuda é seu gênero literário favorito. “Eu gosto porque me ajuda em algumas situações e a me autoconhecer e também porque as vezes parece que só eu passo por uma situação e quando leio o livro percebo que não, que é mais comum do que eu imagino”, revelou.

Flavinha, de 9 anos, encantou o público em uma performance do técnico em cultura do Sesc, Luciano Góis. “Ela já despertou o interesse pelo conhecimento em crianças, jovens, adultos, idosos já assistiram e eu já tive o prazer de perceber que todos se envolvem”, finalizou.

*Com informações do Sesc