Nova ministra do Trabalho teve empregados sem carteira assinada

Com informações do portal Em.com/Estado de Minas: Não obstante os escândalos que já se abatem sobre o governo Temer, esta semana, logo após a indicação da Deputada Cristiane Brasil para a pasta do Trabalho, a imprensa investigou a vida da futura ministra do trabalho, e o que foi revelado, no mínimo, afronta os quesitos básicos de moral e conduta, exigidos para um ministro de Estado.

Embora alguns analistas políticos, considerarem política, a indicação da filha de Roberto Jefferson, ex-deputado e presidente nacional do PTB, condenado no STF pelo “mensalão” (perdoado da pena em março de 2016) o governo nega que a indicação tenha sido desta forma.

Cristiane Brasil, a futura ministra do Trabalho foi condenada por dívida trabalhista e fez acordo em outro processo

De acordo com noticias veiculadas na imprensa nos últimos dias, a futura ministra do Trabalho indicada, teria na Justiça Trabalhista, sido acionada por duas vezes, por não ter assinado a carteira de trabalho de seus funcionários. Conforme divulgado pela imprensa, em um dos processos contra Cristiane, o seu funcionário não teve a carteira de trabalho assinada não tendo acesso as gratificações, como férias, aviso prévio e outras.

De acordo com a publicação do portal Em.com, o magistrado Pedro Figueiredo Waib, da área trabalhista, que a condenou em primeira instância, acolhendo a reclamação, manisfestou: “Acolho que o autor trabalhava de segunda a sexta, das 6h30 às 22h, com uma hora de intervalo intrajornada”, escreveu o juiz responsável.

Bens da nova ministra foram penhorados para garantia

Segundo a sentença, proferida em julho de 2017, e conforme consta no processo, a dívida que seria de R$ 60 mil foi abatida com penhoras (R$ 52 mil à época), porém, até outubro de 2017, a deputada não teria ainda comprovado na íntegra o pagamento integral.

Ha ainda um outro processo, movido recentemente em 2017, contra a deputada Brasil, também por um motorista da família,  Leonardo E. de A. Moreira. cujo desfecho foi diferente, por meio de um acordo, a deputada se comprometeu assinar a carteira do empregado e a pagar R$ 14 mil em suaves parcelas de R$ 1 mil cada.

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