17 de Dezembro de 2018, atualizado ás 16:12

‘Nunca iria prestigiar um fascista’ dispara Maduro sobre participação na posse de Bolsonaro



Por: Redação A Folha Hoje | Notícias

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Após declaração do presidente eleito Jair Bolsonaro, ao afirmar que não convidaria presidentes dos países árabes, Rússia, China, Cuba e Venezuela. O presidente venezuelano declarou que não assistiria a posse de um governo que é a expressão do fascismo.

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Bolsonaro não convida presidente da Venezuela

O último domingo (16) foi marcado por uma declaração impressionante do presidente eleito Jair Bolsonaro. Segundo Bolsonaro, ele não convidaria para a sua cerimônia de posse os governos da China, Venezuela, Cuba, países árabes e Rússia.

Além de gerar uma reação do governo venezuelano, a declaração também preocupa especialistas. De acordo com eles, esse tipo de afirmação do presidente eleito pode fazer com que o Brasil se torne uma nação isolada, mais do que a situação atual da Coreia do Norte.

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Resposta de Nicolás Maduro

Após ser comunicado sobre o posicionamento de Jair Bolsonaro, o presidente Nicolás Maduro demonstrou a sua insatisfação com o Itamaraty. Sobretudo, com a negação do convite para assistir a posse de Bolsonaro no próximo dia 01 de janeiro, em Brasília.

Segundo declarações oficiais, o presidente venezuelano, havia levantado o tom de voz e afirmado que “nunca iria assistir à inauguração de um presidente que é uma expressão de intolerância, do fascismo”.

Contradição no governo Bolsonaro

Desde o período das eleições, Jair Bolsonaro, já havia realizado duras críticas quanto ao governo de Nicolás Maduro. Apesar desse posicionamento ser aguardado, ele pode provocar problemas diplomáticos e políticos entre Brasil e Venezuela.

Esse tipo de declaração polêmica, faz parte das inúmeras contradições ideológicas e políticas de Jair Bolsonaro. Eles relembram que há poucos meses atrás, o presidente eleito brasileiro havia comentado que a última esperança da América Latina, era o ex-presidente cubano Hugo Chávez, que faleceu em 2013.

No entanto, agora Bolsonaro demonstra insatisfação com o atual presidente cubano e rejeita a sua presença no momento da posse. Os especialistas temem que essa insegurança do futuro governante brasileiro, possa provocar problemas políticos e diplomáticos mais sérios no futuro.

Caso isso ocorra, o próximo governo do país terá que enfrentar desafios políticos e econômicos.


Redação A Folha Hoje

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