A ação popular que pedia uma análise da sanidade mental do presidente Jair Bolsonaro acabou sendo negada pelo desembargador federal Johonsom di Salvo, da Sexta Turma do Tribunal Federal da 3ª Região (TRF-3), que indeferiu o pedido e classificou como “abuso do direito de litigar”.

De acordo com o autor do pedido, a motivação foram as ações que o presidente Bolsonaro teve diante da pandemia de coronavírus, as quais feriram a moralidade administrativa e ignoravam as recomendações estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e do próprio Ministério da Saúde.


RELACIONADAS



Segundo o magistrado, buscar averiguação da sanidade mental do presidente da República, em sede de ação popular, é praticar abuso do direito de litigar, tratando-se de demanda com nítido caráter de natureza política.

Bolsonaro demonstrou preocupação com a pandemia em discurso da ONU

Dona de casa pede Auxílio Emergencial de mil dólares citado por Bolsonaro em discurso da ONU - foto: reprodução
Dona de casa pede Auxílio Emergencial de mil dólares citado por Bolsonaro em discurso da ONU – foto: reprodução

A 75º edição da Assembleia Geral das Nações Unidas foi marcada pela abertura com o discurso pré-gravado do presidente Jair Bolsonaro. Esta foi a primeira vez que o encontro foi realizado totalmente através da internet, reunindo líderes de governo do mundo todo.

O tema deste ano foi “O futuro que queremos, as Nações Unidas que precisamos: reafirmar nosso compromisso coletivo com o multilateralismo – confrontando a Covid-19 por meio de uma ação multilateral eficaz”.

O discurso de Bolsonaro na ONU foi iniciado desta maneira: “Senhoras e senhores, é uma honra abrir esta assembleia com representantes de nações soberanas, num momento em que o mundo necessita da verdade para superar seus desafios. A COVID-19 ganhou o centro de todas [as] atenção ao longo desse ano e, em primeiro lugar, quero lamentar cada morte ocorrida.”

Em seguida, acrescentou: “Desde o princípio, alertei em meu país que tínhamos dois problemas para resolver, o vírus e o desemprego, e que ambos deveriam ser tratados simultaneamente e com a mesma responsabilidade. Por decisão judicial, todas as medidas de isolamento e restrições de liberdade foram delegadas à cada um dos vinte e sete governadores das unidades da Federação.”

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui