A manhã começou bastante tensa na cidade de Santos, litoral de São Paulo

Isso porque nesta quarta-feira (31), a Polícia Federal deflagrou a Operação Tritão contra fraudes em licitações da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), empresa estatal que é a autoridade portuária do Porto de Santos. O nome da operação remete a Tritão, na mitologia grega, conhecido como o rei dos mares.


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A ação envolve a Controladoria Geral da União, o Tribunal de Contas da União, a Receita Federal e o Ministério Público Federal.

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No total foram cumpridos sete mandados de prisão temporária e 21 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, Santos, Guarujá, São Caetano do Sul, Barueri, Rio de Janeiro, Fortaleza e Brasília, todos expedidos pela 5ª Vara da Justiça Federal de Santos.

Atuam na operação 100 policiais federais, 8 auditores da CGU e 12 servidores da Receita Federal.

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Motivo da operação da Polícia Federal

Polícia Federal desenvolve Operação Tritão e cumpre sete mandados de prisão temporária e 21 de busca e apreensão em São Paulo, Santos, Guarujá, São Caetano do Sul, Barueri, Rio de Janeiro, Fortaleza e Brasília   (Divulgação/Polícia Federal)
Polícia Federal desenvolve Operação Tritão e cumpre sete mandados de prisão temporária e 21 de busca e apreensão em São Paulo, Santos, Guarujá, São Caetano do Sul, Barueri, Rio de Janeiro, Fortaleza e Brasília (Divulgação/Polícia Federal)

O motivo dessa operação da Polícia Federal é que após intensa investigação, as autoridades descobriram que um grupo atuava em processos licitatórios das áreas de tecnologia da informação, dragagem e consultoria, desde o ano de 2016 quando um vídeo que caiu na internet mostrava um assessor da presidência da Codesp confessando a prática de diversos delitos.

O processo aponta que houveram várias irregularidades em contratos fechados, que envolviam propina a agentes públicos ligados à estatal e empresários.

No total, cerca de R$ 37 milhões contratos fraudados foram fechados.

Os envolvidos no crime vão responder pelos crimes de associação criminosa, fraude a licitações, peculato e corrupção ativa e passiva, com penas de um a 12 anos de prisão.

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