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Por: Redação A Folha Hoje / há 1 ano

Polícia Federal informa ao presidente Bolsonaro que investigação aponta que Adélio agiu sozinho

Durante reunião nesta segunda-feira (26), a Polícia Federal informou ao presidente Bolsonaro que, até o momento, a investigação aponta que Adélio agiu sozinho. O encontro foi realizado em resposta ao pedido do presidente para que a PF investigasse o caso e encontrasse os responsáveis pelo seu atentado.

Polícia Federal informa ao presidente Bolsonaro que investigação aponta que Adélio agiu sozinho (foto: internet)

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Investigação da Polícia Federal

A Polícia Federal se reuniu com o presidente Bolsonaro nesta segunda-feira, 25, para informar sobre as investigações a respeito da facada que ele recebeu ainda durante a campanha eleitoral.

Segundo a PF, ainda não foram encontradas evidências da participação de outras pessoas além de Adélio Bispo no atentado que o presidente sofreu no final de 2018. Os representantes da PF ainda ressaltaram que o inquérito ainda está ocorrendo.

A única etapa que ainda precisa ser concluída do inquérito é a finalização da análise dos materiais que foram apreendidos com o advogado do próprio Adélio. O encontro foi realizado dentro do Planalto a exatas duas semanas depois que o presidente cobrou uma investigação mais profunda da PF sobre o caso.

Na ocasião, além do presidente Bolsonaro, também estavam presentes Rodrigo Morais, delegado federal, Maurício Valeixo, diretor geral da PF, Cairo Costa, superintendente da PF e o ministro Sérgio Moro.

Polícia Federal informa ao presidente Bolsonaro que investigação aponta que Adélio agiu sozinho (foto: internet)

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Declaração de Moro

Pouco tempo antes da reunião, o ministro Sérgio Moro fez um comunicado à imprensa, no qual afirmou que iria acompanhar o andamento do caso. Na ocasião, ele chegou a afirmar que o presidente Bolsonaro era a vítima e o principal interessado.

Devido a isso, ele seria informado sobre como estava o andamento da investigação. Ele ainda ressaltou que até o momento, a tese é que Adélio agiu de maneira isolada e que não há indícios de que ele teria sido instigado a atuar daquela maneira por terceiros.

O primeiro inquérito instaurado no caso foi para saber quem era o responsável pela facada, que foi concluído com base em todos os dados levantados pela própria PF e que incriminam Adélio Bispo.

O segundo, que ainda está em andamento, foi para verificar se Bispo teria ou não atuado a mando de terceiros, como foi afirmado em vídeo do presidente Bolsonaro enquanto ele estava se recuperando da cirurgia.

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