Nesta sexta-feira (28), o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), foi afastado do cargo por determinação do Superior Tribunal Federal (STF), o qual investigava denúncias de irregularidades no governo do Rio de Janeiro.

Neste sentido, a operação Placebo veio para investigar desvios de dinheiro durante a montagem de seis hospitais de campanha responsáveis pelo tratamento da COVID-19 no Rio de Janeiro.


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Do mesmo modo, em junho deste ano, a operação Favorito culminou na prisão do empresário Mário Peixoto e outras 16 pessoas, que foram presas por estarem envolvidas em casos de lavagem de dinheiro, pertinência a organização criminosa e obstrução à investigação.

Ex-secretário da Saúde revelou os nomes dos envolvidos nos esquemas de corrupção e lavagem

Governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, é afastado do cargo após denúncias de corrupção e lavagem de dinheiro, pelo STF - foto: reprodução
Governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, é afastado do cargo após denúncias de corrupção e lavagem de dinheiro, pelo STF – foto: reprodução

Durante a operação, o ex-secretário de Saúde, Edmar Santos, revelou nomes importantes por trás dos esquemas de corrupção, em depoimentos à delação premiada.

Para a força-tarefa federal, a operação foi dividida em três eixos investigativos: Pastor Everaldo, Mário Peixoto e José Carlos de Melo.

Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), o governo do Rio de Janeiro iniciou um esquema de propina para contratos e liberação de pagamentos a organizações sociais.

Helena, esposa do governador do Rio de Janeiro, também foi alvo das investigações

Também é revelado que a esposa do governador Witzel, Helena, foi uma das principais envolvidas nos repasses. Os valores eram repassados para o escritório de advocacia de Helena, cerca de R$ 500 mil estavam em jogo nesse esquema.

Outros envolvidos também tiveram mandados de prisão expedidos, entre eles, estão: Pastor Everaldo, presidente do PSC; Lucas Tristão, ex-secretário de Desenvolvimento Econômico; e Sebastião Gothardo Netto, médico e ex-prefeito de Volta Redonda.

Por conta disso, o vice de Witzel, Cláudio Castro, irá assumir o governo do Estado do Rio de Janeiro durante esta semana. Enquanto isso, as investigações prosseguem.

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