Bolsonaro apresenta piora da função renal e inflamação, mas permanece estável na UTI
O ex-presidente Jair Bolsonaro, internado desde sexta-feira (13) na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, apresentou uma piora em sua função renal, conforme boletim médico divulgado neste sábado (14). Apesar de estar clinicamente estável, o quadro inflamatório do ex-presidente se elevou, demandando atenção contínua da equipe médica.
Os exames mais recentes indicaram um agravamento na capacidade dos rins de filtrarem substâncias, além de um aumento nos marcadores que sinalizam inflamação no corpo. Bolsonaro deu entrada no hospital com febre alta, queda na saturação de oxigênio, sudorese e calafrios, sendo diagnosticado com broncopneumonia bacteriana bilateral, possivelmente de origem aspirativa.
A notícia sobre a piora da função renal de Bolsonaroq e o aumento dos marcadores inflamatórios reforça a preocupação com seu estado de saúde. O ex-presidente, que já passou por diversas cirurgias e procedimentos ao longo dos anos, incluindo as sequelas da facada em 2018, agora enfrenta um quadro de pneumonia grave. Conforme informação divulgada pelo Hospital DF Star, o tratamento com antibióticos e hidratação intravenosa, fisioterapia respiratória e motora, além de medidas preventivas contra trombose, segue em andamento.
Tratamento intensivo e incerteza sobre a alta
O médico cardiologista do ex-presidente, Brasil Caiado, informou em coletiva na sexta-feira que a previsão exata para a alta de Bolsonaro do hospital é impossível de determinar no momento. Ele ressaltou que a recuperação depende inteiramente da resposta do organismo do ex-presidente ao tratamento com antibióticos.
“Em geral, antibiótico em terapia venosa em quadro de pneumonia grave bilateral, você pode estimar por mais de sete dias, oito, dez, doze…mas é impossível falar, você não sabe se haverá qualquer tipo de complicação”, explicou o médico, detalhando a complexidade do quadro e a necessidade de monitoramento constante.
Pneumonia bilateral exige cautela e tempo de recuperação
A broncopneumonia bacteriana bilateral, diagnosticada em Bolsonaro, afeta ambos os pulmões e é uma condição que exige um tratamento rigoroso e prolongado. A origem aspirativa sugere que partículas de alimento, líquido ou secreções estomacais podem ter sido inaladas para os pulmões, desencadeando a infecção.
A piora da função renal associada à pneumonia pode indicar que o organismo está sob estresse significativo, exigindo que a equipe médica monitore de perto outros órgãos e sistemas. O boletim médico enfatizou que não há previsão de alta da UTI, o que sinaliza a gravidade da situação e a necessidade de cuidados intensivos.
Histórico de saúde e a proximidade do aniversário
Jair Bolsonaro, que completará 71 anos na próxima semana, possui um histórico médico complexo, marcado por diversas intervenções cirúrgicas desde o atentado sofrido em 2018. Esse histórico pode influenciar a forma como seu corpo reage ao tratamento atual, tornando a recuperação um processo que exige paciência e acompanhamento especializado.
A internação em UTI e a piora da função renal de Bolsonaro adicionam um capítulo de preocupação à sua trajetória de saúde, mantendo a atenção pública voltada para o desenrolar de seu tratamento e eventual recuperação.
Boletim Médico Detalhado
O Hospital DF Star divulgou o seguinte comunicado em Brasília, em 14 de março de 2026: “O hospital DF Star informa que o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva em tratamento de pneumonia bacteriana bilateral decorrente de episódio de broncoaspiração. Encontra-se estável clinicamente, porém apresentou piora da função renal e elevação dos marcadores inflamatórios. Mantém o tratamento com antibióticos e hidratação por via endovenosa, fisioterapia respiratória e motora, além das medidas de prevenção de trombose venosa. Não há previsão de alta da UTI neste momento.”
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